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 Star Chic
  08 Agosto de 2017
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Alopecia é a redução parcial ou total de pelos ou cabelos em uma determinada área de pele.

Ela apresenta várias causas, podendo ter uma evolução progressiva, resolução espontânea ou controlada com tratamentos específicos. Quando afeta todo os pelos do corpo, é chamada de alopecia universal.

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 BR 135
  08 Agosto de 2017
OBRAS
O Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (DNIT) já deu início a construção das três pontes no Lote 5 que fazem parte das obras de implantação da BR-135/BA.

As pontes serão construídas sobre o Rio Côcos (duas pontes) e Rio Itaguari (uma ponte), localizados entre o município de Côcos e a divisa com o estado de Minas Gerais. 

A Top Engenharia, responsável pela execução do serviço, já realizou a supressão vegetal das áreas e atualmente as atividades nas margens dos dois rios estão voltadas para a execução dos serviços de fundação das pontes.

 Meio Ambiente
  08 Agosto de 2017
PREFEITOS DEBATEM DESTINO DE RESÍDUOS

O prefeito de Januária, Marcelo Félix Alves de Araújo, o Dr. Marcelo Félix (PSB), foi o anfitrião, na sexta-feira da semana passada do encontro ordinário do Consórcio Intermunicipal de Desenvolvimento Sócio econômico da Microrregião do Alto Médio São Francisco (Ciamesf). Na pauta, a discussão sobre a destinação dos resíduos sólidos gerados em cada cidade uma das 15 cidades-sedes dos municípios que integram a entidade.

O destino do lixo urbano é responsabilidade das prefeituras por força de lei, mas poucos municípios conseguiram até aqui resolver o que fazer com ele. A regra quase geral é jogar tudo em lixões a céu aberto nas periferias das cidades e queimar os dejetos, com os danos óbvios ao meio ambiente. No caso do Ciamesf, há a tentativa de solucionar o problema de forma consorciada, na tentativa de redução dos custos desse processo.

Dez prefeitos presentes ao encontro abriram espaço para que o representante da empresa Saneamento Ambiental Brasil (Sanbras), vendesse seu peixe. O engenheiro Eualdo Lima apresentou projeto que classifica como inovador para o manuseio dos resíduos sólidos, com o uso de uma usina de triagem de resíduos, já adotada pelo município de Januária.

MANGA FICOU DE FORA

A empresa diz que seu processo de reciclagem transforma 100% do lixo urbano em energia renovável, carvão energético, materiais para construção civil, e os rejeitos depositados em estrutura semelhantes ao aterro sanitário. Resta saber se os prefeitos de municípios quebrados como são os do extremo Norte de Minas vão pagar por isso, já que a energia gerada do lixo pode cobrir os custos dos projetos.

Estiveram em Januária, além do anfitrião Dr. Marcelo, outros noves prefeitos. Itacarambi, Pedra de Maria das Cruz, Montalvânia, Cônego Marinho, Miravânia, São João das Missões, Bonito de Minas, Ubaí, Icaraí de Minas deram o ar da graça no encontro do Ciamesf, que também elegeu sua nova mesa diretoria para os próximos dois anos. O prefeito de Manga, que havia participado de encontro anterior com ânimo e disposição, faltou ao encontro do Ciamesf em Januária. Manga ainda não resolveu o problema do seu lixo, mas o prefeito parece está à volta com outras prioridades. Fonte: www.luisclaudioguedes.com.br

 BR 135
  07 Agosto de 2017
PROGRAMA DE EDUCAÇÃO AMBIENTAL
Com o apoio da Polícia Militar de Minas Gerais, o Programa de Educação Ambiental (PEA) promoveu uma roda de conversa com os professores da rede pública de Montalvânia (MG) para reforçar a importância do trânsito seguro.

Após assistirem ao documentário “Luto em Luta” que trata dos acidentes de trânsito em São Paulo, com depoimento de vítimas e familiares, os professores prontamente se comprometeram a desenvolver ações junto à comunidade escolar para formar cidadãos mais conscientes.

 Política
  04 Agosto de 2017
CASO AVAMS:TRIBUNAL INOCENTA DEPUTADO
Por unanimidade, Justiça mantém direitos políticos de Paulo Guedes e reduz multa por uso de instalações da associação de vereadores.

Saiu o veredicto da 8ª Câmara Cível Tribunal de Justiça do Estado de Minas Gerais (TJMG) para o julgamento em segunda instância da ação em que o Ministério Público de Minas Gerais acusava o deputado estadual Paulo Guedes (PT) de ter misturado as esferas pública e o privada com a utilização das instalações da Associação dos Vereadores do Norte de Minas (Avams) no período em que presidiu a entidade, entre os anos de 2001/2004. Segundo a acusação, que tramitou por longos 14 anos, o petista teria usado estrutura de sala, computador e telefone da entidade, além de um funcionário contratado, para a diagramação do extinto jornal ‘Vale do Sol’, de sua propriedade,

Os desembargadores Teresa Cristina Cunha Peixoto, Paulo Balbino e Edgard Penna Amorim revogaram, por unanimidade, decisão de primeira instância que suspendia os direitos políticos do deputado Paulo Guedes pelo prazo de oito anos. Os desembargadores entenderam que não houve ilícito que justificasse a improbidade administrativa apontada pelo Ministério Público, que acusava o então vereador Paulo Guedes de utilizar as instalações da Avams para uso privado de diagramação de jornal de sua propriedade. Caso a condenação tivesse sido mantida por turma colegiada do Tribunal de Justiça, deputado entraria no rol dos políticos incluídos no escopo da Lei da Ficha Limpa e teria seus direitos políticos suspenso por oito anos -  o que o impediria, por exemplo, de disputar as próximas eleições.

O TJMG manteve, no entanto, parte da sentença da juíza Rozana Silqueira da Paixão, da 1ª Vara da Fazenda Pública em Montes Claros, de março de 2015, que condenou o petista ao pagamento de multa civil no valor de três vezes da remuneração que recebeu enquanto vereador do município de Manga no ano de 2001. Os desembargadores condenaram Paulo Guedes ao pagamento ao valor equivalente ao de sete meses de aluguel pelo uso da estrutura da Avams, o que daria o valor atualizado de R$ 24,5 mil. Apesar da penalidade ter sido atenuada, os advogados do deputado decidira que vão recorrer da aplicação da multa.  

O outro réu na ação, Renato Lopes Santos, que à época cuidava da diagramação do jornal ‘Vale do Sul’ e atuou como funcionário temporário da Avams, foi inocentado das acusações  do Ministério Público em seu inteiro teor. 

Entenda o caso

O deputado Paulo Guedes fica livre agora de uma ameaça à sua carreira que o acompanhada desde fevereiro de 2004, com a denúncia oferecida ao Ministério Público do Estado de Minas Gerais pelo então ativista do chamado controle social e hoje advogado Fábio Henrique de Carvalho Oliva, com base em depoimentos da ex-secretária executiva da Associação dos Vereadores da Área Mineira da Sudene (Avams) Maria de Fátima Antunes Rocha. A funcionária acusou o petista de utilizar a estrutura da entidade para diagramação de algumas edições do extinto jornal "Vale do Sol".

Segundo o deputado, demitida por ele durante sua passagem pelo comando da Avams e proibida de realizar evento privado em que utilizava o nome da associação, a ex-secretária orquestrou uma “espécie de vingança ao se associar ao notório jornalista Fábio Oliva para levar a denúncia ao Ministério Público". A briga rendeu uma ação trabalhista, que, segundo o deputado, praticamente sugava toda a arrecadação da Avams durante o período em que presidiu a associação.

Após acolher a denúncia, o Ministério Público acionou o deputado Paulo Guedes em ação civil pública por ato de improbidade administrativa sob a acusação de que teria utilizado a estrutura física da Avams no período em que presidiu a entidade (2001/2004). Sala de escritório, computador e telefones, além dos serviços do outro réu na ação, Renato Lopes Santos, diagramador e funcionário temporário da associação, foram ‘cedidos’ para a confecção de algumas edições do extinto jornal ‘Vale do Sol’, publicação extemporânea e sem circulação definida, que dava apoio às atividades parlamentares do mandato do petista quando foi vereador por Manga.

Em março de 2015, onze depois do início da ação, a juíza Rozana Silqueira da Paixão, da 1ª Vara da Fazenda Pública em Montes Claros, sentenciou o deputado Paulo Guedes por improbidade administrativa e o condenou ao pagamento de multa civil no valor de três vezes da remuneração que recebeu enquanto vereador do município de Manga no ano de 2001, à suspensão dos seus direitos políticos por oito anos e proibição de contratar com o Poder Público ou receber incentivos fiscais ou creditícios pelo prazo de 10 anos. Renato Lopes também tinha sido condenado ao pagamento de multa e proibição de acesso a contratos com entes públicos. A condenação de ambos foi revista pelo TJMG. Fonte: www.luisclaudioguedes.com.br