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 Reunião
  21 Julho de 2017
S.O.S. RIO COCHÁ
Prefeito e vice de Montalvânia participam de reunião sobre a elaboração de campanha para salvar o rio Cochá.

Medidas para salvar e preservar o rio Cochá estão sendo tomadas pelo prefeito Dr. José Ornelas e uma comissão preocupada e engajada nesta causa. Está sendo elaborada uma campanha de preservação do nosso rio que em breve será divulgada.

Nesta quinta-feira (20) o prefeito, o vice, Pedro Lopes, e parte da comissão se reuniram para planejar métodos de preservação deste rio, buscando meios para proteger sua nascente.

A reunião aconteceu na UAITEC Polo Montalvânia. Fonte: ASCOM

 BR 135
  21 Julho de 2017
BR135 BA/MG
Gestão ambiental.

Umas das funções da Supervisão Ambiental durante a fase de implantação da rodovia é inspecionar os níveis de ruídos emitidos pelas máquinas utilizadas nas frentes de trabalho. Para isso, a equipe utiliza um decibelímetro, que é um medidor de decibéis, para verificar se o barulho provocado pela movimentação na obra está dentro das normas. Os ruídos são medidos na área urbana e nos povoados localizados ao longo da BR-135 BA/MG a cada 15 dias e os pontos de coleta acompanham o avanço das obras. Depois disso são feitos relatórios que são encaminhados ao DNIT e ao órgão ambiental licenciador, no caso o Ibama.

DISTRITO DE MONTE REI – JUVENÍLIA
(LOTE 7.2 - BR-135/MG)

TREVO DE ACESSO À MONTALVÂNIA  
(LOTE 7.2 - BR-135/MG)

FRENTE DE TRABALHO EM CÔCOS 
(LOTE 5 | BR-135/BA)

 BR 135
  19 Julho de 2017
ESTADO AUSENTE INSPIRA ANARQUIA NA BR-135
Vândalos ateiam fogo em ponte de madeira sobre o rio Carinhanha na divisa de Minas com a Bahia.

Uma ponte de madeira localizada sobre o rio Carinhanha, na divisa dos estados da Bahia com Minas Gerais, no traçado da BR-135, foi alvo de vandalismo na noite do último sábado (15). Relatos de moradores do distrito de Pitarana, em Montalvânia, no Norte de Minas, ao portal ‘Folha do Vale’, dão conta que o ato pode ter sido motivado por uma espécie de protesto contra a situação precária da velha ponte de madeira, que há muito provoca apreensão entre os motoristas que são obrigados a fazer a travessia do Rio Carinhanha, em um dos principais pontos de acesso na divisa entre Minas e Gerais e Bahia naquela região.

Segundo os motoristas que transitam todos os dias entre Montalvânia e Cocos, no Oeste da Bahia, se já era ruim, a situação agora ficou ainda pior, pois a passagem pela ponte ficou mais arriscada. Não houve até agora perícia técnica que aponte eventuais riscos de desabamento em razão dos danos na estrutura.  “Antes já estava ruim, agora está difícil passar, tem que ariscar”, disse o sitiante. De acordo com os moradores, a intenção de quem ateou fogo talvez tenha sido para pressionar o Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (DNIT), para liberar o transito na ponte construída há mais de quatro anos, em outro ponto do Rio Carinhanha.

Esta é a segunda vez que a ponte, bastante precária, vira motivo de revolta pelo descaso oficial. Em outubro de 2015, moradores dos municípios Montalvânia, no extremo Norte de Minas Gerais, e de Cocos, na Bahia, ameaçaram atear fogo e pôr abaixo a ponte de madeira sobre rio Carinhanha. Cansados de esperar por providências do Governo Federal e do DNIT, os usuários da travessia ameaçaram levar ao extremo a indignação com as péssimas condições de conservação da ponte, situada na localidade de Pitarana, zona rural de Montalvânia.

Na ocasião, o então presidente da Câmara de Vereadores Montalvânia ildenes Justiniano Silva (PTB) lembrou que as precárias condições da ponte "são reflexo do descaso e da omissão das autoridades federais e estaduais com a região do extremo Norte de Minas".

Dois anos depois, o problema persiste. Destruir a ponte, com o propósito de interromper definitivamente o trânsito de veículos entre Minas Gerais e Bahia por aquele acesso seria uma forma, desesperada, mas estúpida, para forçar o DNIT e o Governo Federal a tomarem providências.

Construída há décadas, a velha ponte de madeira de Pitarana está em situação precária. As tábuas do piso se soltam com facilidade sob o enorme peso de carretas e caminhões que transportam gado para frigoríficos e carvão vegetal para siderúrgicas. Não existe nenhum policiamento ou serviço de balança para controlar o peso excessivo dos veículos que passam sobre a ponte. Seus corrimãos estão quebrados em vários locais há buracos no piso que levam perigo às crianças que atravessam a ponte para estudar em Pitarana.

Ponte nova liga nada a lugar nenhum...

A pouca distância da ponte de madeira, no curso da BR-135, o Governo Federal construiu uma ponte de concreto, de 100 metros de extensão, sobre o rio Carinhanha. Cinco anos após sua conclusão, a ponte liga nada a lugar nenhum, o que revolta ainda mais os moradores e motoristas que fazem o trajeto entre Minas e Bahia pela rodovia federal. Do lado baiano da ponte de concreto, há uma propriedade rural com área irrigada por pivô central, que o Governo Federal insiste em não desapropriar e em não indenizar as quase trinta famílias que cultivam no lugar. Este ‘Em tempo Real’ apurou que a ‘nova ponte’, como é chamada, foi liberada apenas para uso da empresa Top Engenharia, de Salvador, que montou canteiro de obras na região após vencer a licitação para o asfaltamento do subtrecho do asfalto da BR-135, entre a divisa de Minas até Cocos, na Bahia, com extensão de 22,9 quilômetros. A obra, que tem custo previsto de R$ 77 milhões e deveria ter sido concluída no último mês de abril. 

O estrago provocado pelos incendiários no último final de semana foi pequeno, porque o fogo apagou não sem antes abrir um buraco na estrutura de madeira do equipamento. Ainda assim, esse episódio aponta para um estado de anarquia, resultado do descaso oficial para com aquele pedaço esquecido do país.

A anarquia, como se sabe, é o sistema político com base na negação do princípio da autoridade, e ocorre naquelas situações em que a a percepção é de que não há mais governo. Não é ainda o caso da BR-135, onde a pavimentação da rodovia federal foi retomada há pouco no trecho baiano logo após a ponte sinistrada. Mas é quase isso, porque é inadmissível expor a população que paga impostos aos riscos permanentes da velha ponte de madeira, quando, ali ao lado, há outra ponte de concreto paga com o dinheiro do contribuinte sem uso há um bom par de anos.    Fonte: luisclaudioguedes.com.br

 Polícia
  17 Julho de 2017
FOGO NA PONTE
Vândalos ateiam fogo em ponte de madeira sobre o rio Carinhanha em Montalvânia.

Uma ponte de madeira localizada na BR-135, na divisa dos estados da Bahia com Minas Gerais, foi alvo de vandalismo na noite do último sábado, 15 de julho. Conforme informações de moradores do distrito de Pitarana, em Montalvânia, no Norte de Minas. O principal motivo do ato pode ter sido devido à situação precária da ponte de madeira, que há muito tempo vem dando dor de cabeça aos motoristas, vândalos tentaram incendiar a ponte, mas a tentativa acabou frustrada por que o fogo apagou.

Segundo os motoristas que transitam todos os dias entre Montalvânia e Cocos, no Oeste da Bahia, se já era ruim, agora ficou ainda pior, pois a passagem pela ponte ficou ainda mais prejudicada. “Antes já estava ruim, agora está difícil passar, tem que ariscar”, disse o sitiante.

De acordo com os moradores, a intenção de quem colocou fogo talvez tenha sido para pressionar o Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (DNIT), para liberar o transito na ponte construída há mais de quatro anos, em outro ponto do Rio Carinhanha. Fonte: folhadovale.net

 Política
  15 Julho de 2017
JULGAMENTO
TJMG remarca julgamento que pode deixar deputado estadual Paulo Guedes (PT) inelegível por 8 anos.

O Tribunal de Justiça do Estado de Minas Gerais (TJMG) remarcou para as 9 horas de quinta-feira, 3 de agosto, o julgamento da ação em que o Ministério Público do Estado de Minas Gerais (MPMG) acusa o deputado estadual Paulo Guedes (PT) de pagar dívida particular com automóvel adquirido com recursos públicos e que poderá deixa-lo inelegível por oito anos. O político nega as acusações.

A ação nº 1107973-83.2004.8.13.0433 se arrasta na Justiça há 13 anos. Ela foi ajuizada em 2004 e chegou ao TJMG através de um recurso de apelação interposto pela defesa do parlamentar estadual. Em primeira instância, Paulo Guedes já foi condenado. Se a sentença for mantida pelos desembargadores da 8º Câmara Cível, o político terá contra si uma decisão colegiada e será apanhado pela Lei da Ficha Limpa, que veda aos políticos condenados o direito de disputar eleições.

É a terceira vez que o TJMG marca a sessão de julgamento do recurso. A primeira vez foi em 30 de novembro de 2016, a segunda em 2 de março de 2017 e a terceira para 3 de agosto de 2017.

De acordo com o processo, quando era presidente da Associação dos Vereadores da Área Mineira da Sudene, Paulo Guedes (na foto à esquerda) contraiu dívida com o jornalista Renato Lopes Santos de Carvalho (na foto à direita), também réu na ação. O jornalista, segundo o MPMG, foi contratado pelo parlamentar para confeccionar, dentro da AVAMS, edições do jornal Vale do Sol, que pertencia a Paulo Guedes.

Sem dinheiro para pagar o jornalista, Paulo Guedes deu em pagamento de sua dívida particular um automóvel adquirido pela AVAMS com dinheiro oriundo das Câmaras de Vereadores de vários municípios do Norte de Minas.

A Procuradoria de Justiça de Direitos Difusos e Coletivos do Ministério Público do Estado de Minas Gerais (MPMG) emitiu parecer recomendando aos desembargadores que julguem improcedente o recurso do deputado e mantenham sem retoques a sentença de primeiro grau que condenou Paulo Guedes por ato de improbidade administrativa e suspendeu seus direitos políticos por oito anos. Fonte:blogdofabiooliva.blogspot.com.br