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 Novidade
  03 Abril de 2017
DISTRITO DE MONTE REI AGORA TEM FEIRA LIVRE

Há muitos anos abandonado, o galpão da Associação de Desenvolvimento Comunitário de Monte Rei, agora sedia a feira livre da comunidade. Espaço em que uns levam seus produtos para comercializar e outros vão comprar, encontrar pessoas, bater papo, fazer negócio e se divertir, afinal, numa feira acontece de tudo um pouco.

Pensando na possibilidade de criar um espaço que servia de ponto de encontro e comércio para produtores e população, a Associação, em parceria com a Prefeitura e a Emater, resolveu resgatar o espaço e criar a feira livre do distrito de Monte Rei.

De acordo com o secretário municipal de Desenvolvimento, Agricultura e Meio ambiente, Luís Antônio Silva dos Santos, o Toninho Lajeado, a prefeitura, por meio de sua secretaria abraçou a ideia e se mobilizou na reestruturação do galpão para que o local ficasse apto a receber a tão sonhada feira livre.

- O galpão estava praticamente abandonado e tivemos que fazer uma restruturação geral em sua parte física com várias adaptações, instalamos energia e água e foi realizada uma grande limpeza para deixar o espaço pronto para receber as pessoas, diz.

Toda a comunidade se evolveu e se mobilizou para que a feira acontecesse. E neste domingo (2) foi realizada a primeira feira livre do distrito no galpão da Associação.

Os produtores e responsáveis pela feira acordaram bem cedo para preparar o local e receber os compradores, que logo começaram a chegar.

Foi algo novo e que deixou a população bastante animada.

Na feira teve frutas, verduras, legumes, hortaliças, galinhas, peixes, queijo, feijão entre outros produtos para quem quisesse comprar e apreciar o que é produzido na própria comunidade. 

Além da oferta dos produtos o espaço serve também como ponto de encontro das pessoas, para fazer negócios e se divertir.

A feira seria realizada quinzenalmente, mas como o sucesso foi muito grande os organizadores e produtores resolveram realizá-la todos os domingos pela manhã, oferecendo um espaço único na comunidade e fazendo movimentar sua economia.

Agora Monte Rei tem feira livre. Visite-nos e prestigie nossos produtos!

Prefeitura de Juvenília. Abrindo Caminhos para construir uma nova história!

 Enquete
  02 Abril de 2017
CONFIRA O RESULTADO FINAL DA NOSSA ENQUETE

Você acha que a vaquejada deve ser proibida em Minas Gerais?

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Não: 43%

Agradecemos a sua participação.

 Protesto
  31 Março de 2017
VEREADORES SE POSICIONAM CONTRA A PEC 287 E ENVIAM MOÇÃO DE REPÚDIO À CÂMARA DOS DEPUTADOS

Os vereadores de Montalvânia, demonstrando preocupação com o futuro dos trabalhadores do município que deverão ser atingidos pela Proposta de Emenda à Constituição - PEC 287, (Que altera as regras da aposentadoria dos brasileiros), aderem a causa e se juntam ao movimento de trabalhadores do município que cresce e se fortalece a cada dia.

Na manhã desta quinta-feira (30) os vereadores se reuniram na Câmara Municipal com o coordenador do movimento na cidade, professore Gilvando Elias de Queiroz, para demonstrar apoio à causa e ainda redigiram, para enviar à Câmara dos Deputados, uma Moção de Repúdio à reforma da Previdência, em defesa de todos os trabalhadores do município e do Brasil.

A PEC 287

Apresentada pelo governo do presidente Michel Temer (PMDB) a PEC 287 trata da reforma da Previdência e sugere, entre outros pontos, a universalização os 65 anos como idade mínima para o requerimento dos aposentados no país.

Os manifestantes já saíram às ruas em três momentos e o movimento vem crescendo, tendo mais adesões e se intensificando a cada dia. Os sindicatos dos trabalhadores rurais e dos servidores públicos do município aderiram ao movimento, que recebe, agora, a adesão da Câmara de Vereadores. Todos os vereadores se posicionam contrários à reforma.

GOLPE CONTRA O TRABALHADOR

O professor Gilvando Elias de Queiroz diz que a reforma da Previdência, juntamente com a já aprovada Lei da Terceirização, é um grande golpe contra os sindicatos e o trabalhador brasileiro.

Para o presidente da Câmara, vereador Valdivino Doriedson Soares (Dim Boião), desde a Constituição de 1988 se ouve o discurso de que o país e a Previdência vão quebrar por conta de despesas com os pobres. Mas que isso é uma verdadeira perversidade. Para o presidente os maiores prejudicados com a proposta governista são as mulheres, professores e trabalhadores rurais, que, têm condições de trabalhos mais duras do que qualquer outra categoria.

- Não se pode discutir uma reforma sem discutir com os interessados nesta reforma. A crise do sistema previdenciário no Brasil é causada pelas crises econômica e política. Atualmente a arrecadação diminuiu, mas isso volta quando a economia se recuperar, agora, se a reforma for aprovada os direitos dos trabalhadores não retornam nunca mais. Não é necessário cortar direitos. Precisamos lutar para preservar os direitos adquiridos pelos trabalhadores ao longo dos anos.

ENGODO

Na tentativa de diminuir a pressão contra a reforma da Previdência, o presidente Michel Temor anunciou recentemente a retirada de servidores públicos estaduais e municipais da proposta.

Mas para a inspetora escolar Nerislande Marinho Dourado, esta decisão não passa de um engodo, pois, como se trata de uma PEC, todos os estados e municípios terão que se adequar a reforma através de leis complementares após a sua aprovação.

A inspetora diz ainda que esta decisão do presidente Temer tem o objetivo de enfraquecer a oposição à PEC através da desunião da categoria e ainda facilitar sua aprovação no Congresso Nacional, ao retirar a pressão de categorias profissionais numerosas, como acontece no funcionalismo público.

- Por isso, nesse momento, devemos continuar a oposição à PEC e unir as forças contrárias ao projeto de desmonte da Previdência Social no Brasil. Somente a classe trabalhadora unida poderá fazer o combate efetivo diante das mudanças propostas. A luta não pode ser fragmentada, e deve ser travada por todos, independente de servidor público ou da iniciativa privada, declara a inspetora.

Fernando Abreu / Jornalista

 Segurança
  29 Março de 2017
REFORÇO NA SEGURANÇA
Prefeito e vereadores recebem visita dos profissionais da Polícia Civil que chegam para restabelecer a segurança em Montalvânia.

Após diversas solicitações do prefeito Dr. José Ornelas e dos vereadores do município ao Governo do Estado, uma Força Tarefa da Polícia Civil chega à cidade para investigar os constantes crimes que vem acontecendo e aterrorizando a população de Montalvânia.

O delegado titular da cidade de Manga, Dr. Bruno Fernandes, e mais cinco detetives/investigadores, vão se unir ao efetivo da Polícia Civil da cidade para buscar solucionar os inúmeros delitos como roubos, furtos, tráfico de drogas, assaltos e outros que, ultimamente vêm causando medo e apreensão à, sempre ordeira, população cochanina.

A equipe vai estar à disposição do município e, espera solucionar e inibir os crimes na cidade.

Com esta ação a cidade e a população ficam mais aliviadas, protegidas e seguras.

Montalvânia unida contra o crime!

 Manifestação
  27 Março de 2017
MANIFESTAÇÃO POPULAR CONTRA A PEC 287, EM MONTALVÂNIA, TEM AGORA MAIS ADESÕES

Veja aqui a manifestação que aconteceu hoje pela manhã (27) em Montalvânia envolvendo professores, estudantes e trabalhadores de diversas categorias, em protesto contra a Reforma da Previdência, a PEC 287, que altera as regras da aposentadoria dos brasileiro.

A manifestação cada dia tem mais adeptos!

#JuntosSomosMaisFortes

TRABALHADORES E ESTUDANTES DE MONTALVÂNIA FAZEM MAIS UM PROTESTO CONTRA A PEC 287 QUE ALTERA AS REGRAS DA APOSENTADORIA

Na manhã desta segunda-feira (26) professores, estudantes e trabalhadores de diversas categorias, vestidos de preto em sinal de luto, se concentraram na Praça Cristo Rei, centro de Montalvânia, e saíram pelas ruas do centro da cidade, em protesto contra a Reforma da Previdência, a PEC 287, que altera as regras da aposentadoria dos brasileiros.

Os professores já saíram às ruas em dois momentos e o movimento vem crescendo, tendo mais adesões e se intensificando na cidade a cada dia.

Desta vez os sindicatos dos trabalhadores rurais e dos servidores públicos do município também participaram.

O professor Gilvando Elias de Queiroz explicou, de forma simples e clara, sobre as novas regras que, se aprovadas, irão alterar direitos trabalhistas adquiridos pelos brasileiros ao longo dos anos.

Segundo o professor esta reforma que está prestes a ser aprovada juntamente com a já aprovada Lei da Terceirização é um grande golpe contra os sindicatos e o trabalhador brasileiro.

A terceirização é a possibilidade de a empresa, em lugar de contratar diretamente seus empregados, fazê-lo por intermédio de outra empresa, uma atravessadora. Duas ou mais empresas irão, nesse caso, se beneficiar do trabalho alheio. E para que seja economicamente vantajoso contratar através de outra empresa, em vez de diretamente, alguém tem que sair perdendo, e quem perde é o trabalhador.

ENGODO

Na tentativa de diminuir a pressão contra a reforma da Previdência,o presidente Michel Temor anunciou recentemente a retirada de servidores públicos estaduais e municipais da proposta.

Mas para a inspetora escolar Nerislande Marinho Dourado, esta decisão não passa de um engodo, pois, como se trata de um Projeto de Emenda a Constituição - PEC, todos os estados e municípios terão que se adequar a reforma através de leis complementares após a sua aprovação

Conforme os manifestantes cochaninos esta decisão do presidente Temer tem o objetivo de enfraquecer a oposição à PEC através da desunião da categoria e ainda facilitar sua aprovação no Congresso Nacional, ao retirar a pressão de categorias profissionais numerosas, como acontece no funcionalismo público.

Por isso, nesse momento, devemos continuar a oposição à PEC 287/2016 e unir as forças contrárias ao projeto de desmonte da Previdência Social e da Seguridade Social no Brasil.

Somente a classe trabalhadora unida poderá fazer o combate efetivo diante das mudanças propostas. A luta não pode ser fragmentada, e deve ser travada por todos, independente de servidor público ou da iniciativa privada.

Avante, trabalhadores do Brasil, de MG e de Montalvânia!

Fernando Abreu / Jornalista